Os dados abaixo se referem a um acontecimento
fictício ocorrido, supostamente, no dia 18 de setembro, em Belo Horizonte. Baseado
nos dados abaixo, responda às perguntas respondíveis do lead (o quê? quem ? quando
? onde? por quê? como?) e faça um texto jornalístico para publicação no jornal
de amanhã.
Boletim da PM:
Boletim da PM:
"A viatura 3436 foi deslocada às 10h de hoje para o
Edifício Pablo Picasso, na Avenida Afonso Pena, bairro Cruzeiro, atendendo
chamada de moradores do referido local. No apartamento 201 do prédio, o soldado
Luís Adalberto e o cabo Pedro Ferreira localizaram o corpo de João Barroso,
vítima de disparo de arma de fogo. O corpo estava estendido sobre a cama de
casal, que estava desmontada. Junto à vítima, os agentes observaram um revólver
calibre 38. A
esposa da vítima, Marinalva Barroso, de 23 anos, e o contabilista Demétrio
Paiva, de 30 anos, estavam no local. Os dois foram levados para a 2ª Delegacia
da Polícia Civil, para prestarem depoimento. A vítima, segundo sua esposa, era
desenhista e tinha 32 anos. A arma foi apreendida."
A versão de Marinalva:
"Eu estava no apartamento, tomando café da manhã. Foi quando bateram na porta e era esse cara com uma arma perguntando: 'Onde é que ela está?'. Aí eu disse: 'Quem?'. Mas ele nem quis ouvir, foi me empurrando e entrou no apartamento, entrou no quarto e acordou o João. Meu marido, coitado, nem sabia o que estava acontecendo, só fazia 'Ahn? Ahn?'. E o cara gritando: 'Onde é que ela está?’. Eu sou muito calma, mas não aguentei e pulei nas costas dele. Ele caiu por cima do João. A cama desabou. A arma disparou. E acertou o João, coitado..."
A versão de Demétrio:
"Não estou satisfeito com o que aconteceu. Eu me excedi. Foi um erro. Bati na porta e a moça atendeu. Perguntei se a Adriana estava. Ela disse que ali não tinha Adriana nenhuma. Pedi, educadamente, para entrar. Ela disse que não podia abrir a porta. Insisti e entrei. A porta do quarto estava fechada. Fui na direção do quarto e ela avisou: 'Não entra aí!'. Eu entrei, pensando encontrar Adriana, e dei com um homem armado. Brigamos, a moça pulou nas minhas costas, caímos sobre a cama, a cama desabou, a arma disparou e ele morreu. Qualquer um se engana. Eu tenho nível, sou formado."
(Este exercício é baseado em um trecho de texto atribuído a Luis Fernando Verissimo)
INDIVIDUAL.
Imprimir e entregar na próxima aula.
A versão de Marinalva:
"Eu estava no apartamento, tomando café da manhã. Foi quando bateram na porta e era esse cara com uma arma perguntando: 'Onde é que ela está?'. Aí eu disse: 'Quem?'. Mas ele nem quis ouvir, foi me empurrando e entrou no apartamento, entrou no quarto e acordou o João. Meu marido, coitado, nem sabia o que estava acontecendo, só fazia 'Ahn? Ahn?'. E o cara gritando: 'Onde é que ela está?’. Eu sou muito calma, mas não aguentei e pulei nas costas dele. Ele caiu por cima do João. A cama desabou. A arma disparou. E acertou o João, coitado..."
A versão de Demétrio:
"Não estou satisfeito com o que aconteceu. Eu me excedi. Foi um erro. Bati na porta e a moça atendeu. Perguntei se a Adriana estava. Ela disse que ali não tinha Adriana nenhuma. Pedi, educadamente, para entrar. Ela disse que não podia abrir a porta. Insisti e entrei. A porta do quarto estava fechada. Fui na direção do quarto e ela avisou: 'Não entra aí!'. Eu entrei, pensando encontrar Adriana, e dei com um homem armado. Brigamos, a moça pulou nas minhas costas, caímos sobre a cama, a cama desabou, a arma disparou e ele morreu. Qualquer um se engana. Eu tenho nível, sou formado."
(Este exercício é baseado em um trecho de texto atribuído a Luis Fernando Verissimo)
INDIVIDUAL.
Imprimir e entregar na próxima aula.