TRANSFORME AS NOTÍCIAS ABAIXO EM MATÉRIAS PARA RÁDIO ,
SEGUINDO AS DIRETRIZES APRESENTADAS E DISCUTIDAS NA AULA PASSADA.
O PPT DA AULA FOI ENVIADO PARA A REPRESENTANTE DA TURMA, MARCELLA.
VOCÊ PODE INCLUIR SONORAS:
EX:
"Fulano afirmou que está preocupado com os rumos da
economia:
DE: "Eu acho que a economia nacional..."
ATÉ: "...e é por esses motivos que temos que nos
preocupar.""
AS MATÉRIAS DEVES TER EM TORNO DE 45 SEGUNDOS. LEMBRE-SE: CADA LINHA DE TEXTO DÁ, EM MÉDIA, 3 SEGUNDOS. OU SEJA, 15 LINHAS DARIAM O TEMPO DESEJADO (FORA AS SONORAS, CLARO).
AS MATÉRIAS DEVES TER EM TORNO DE 45 SEGUNDOS. LEMBRE-SE: CADA LINHA DE TEXTO DÁ, EM MÉDIA, 3 SEGUNDOS. OU SEJA, 15 LINHAS DARIAM O TEMPO DESEJADO (FORA AS SONORAS, CLARO).
OS TRABALHOS DEVEM SER ENVIADOS PARA evaldonline@gmail.com, COM
O ASSUNTO "EXERCÍCIO RÁDIO - 16/9/14" E O NOME DO ALUNO.
1) PRIMEIRA NOTA:
Um dos maiores especialistas em urologia do país, o médico Anuar Ibrahim Mitre, de 65 anos, foi baleado com três tiros, dentro de seu consultório, na tarde de ontem. A clínica fica na frente do Hospital Sírio-Libanês, onde faz parte do corpo clínico. O acusado do crime, o ex-médico do trabalho Daniel Edmans Forti, deu um tiro na própria cabeça depois dos disparos, segundo a polícia. Ele morreu antes de ser socorrido.
Integrante do Conselho Consultivo do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, Mitre foi submetido a uma cirurgia na tarde de ontem no próprio hospital. Embora o centro médico não confirme o estado de saúde, funcionários afirmam que seu quadro é estável. A Polícia Civil ouviu a secretária de Mitre, que trabalha com ele há 22 anos, mas não quis ser identificada. Ela afirmou que Forti se tratava com a vítima havia cinco anos, mas não tinha consulta prevista na tarde de ontem. Quando chegou ao prédio, no entanto, ela autorizou a subida e prometeu um encaixe em meio às consultas previstas.
Integrante do Conselho Consultivo do Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio-Libanês, Mitre foi submetido a uma cirurgia na tarde de ontem no próprio hospital. Embora o centro médico não confirme o estado de saúde, funcionários afirmam que seu quadro é estável. A Polícia Civil ouviu a secretária de Mitre, que trabalha com ele há 22 anos, mas não quis ser identificada. Ela afirmou que Forti se tratava com a vítima havia cinco anos, mas não tinha consulta prevista na tarde de ontem. Quando chegou ao prédio, no entanto, ela autorizou a subida e prometeu um encaixe em meio às consultas previstas.
No consultório, no entanto, Forti nem esperou ser anunciado. Entrou na sala de Mitre, xingou o profissional e atirou diversas vezes. Mitre foi atingido na cabeça, no braço e nas costas e, segundo a secretária, estava consciente quando foi socorrido. “Ele está bem, é o que importa. Está fora de perigo e sem sequelas. Ele nasceu de novo, não foi a hora dele”, afirmou. A testemunha contou à polícia que correu para pedir auxílio, logo após ver a cena.
2) SEGUNDA NOTA:
Antes mesmo da estreia, prevista para esta terça-feira à noite, 'Sexo e as Negas' já deu o que falar. Pela imprensa, redes sociais e fóruns virtuais, a discussão está armada em torno do novo programa da Globo. O título e o suposto conteúdo geram indignação em uma parcela do público. No enredo, quatro moradoras de uma favela encaram as dificuldades do cotidiano com humor e uma afiada língua. Falam sobre sexo, preconceito e outros tabus sem qualquer pudor ou hesitação, a exemplo de 'Sex and the city', que serviu como inspiração (embora, no seriado americano, as protagonistas fossem brancas e ricas).
A abordagem foi criticada por alguns espectadores (mesmo antes da exibição), que se dizem ofendidos. Eles acreditam que a atração possa reforçar o estereótipo do negro pobre ou ainda da mulher negra como objeto sexual. Até o fechamento desta edição, eram 11 denúncias de racismo protocoladas junto à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, da Presidência da República.
O ator e dramaturgo Miguel Falabella, responsável pela concepção e roteiro de 'Sexo e as negas', não gostou das alegações e desabafou em uma página pessoal na internet. “Elas podiam ser médicas e morar em Ipanema, mas não é esse meu universo na essência, como autor”, afirmou. “Sou suburbano, cresci com a malandragem. Portanto, as minhas personagens são camareiras, cozinheiras, indicadoras de mesas, operárias. E desde quando isso diminui alguém?”, indaga.
Corina Sabbas
Foi uma surpresa essa reação antecipada do público, que define o seriado como racista, principalmente por conta do título?
Não estávamos esperando. Principalmente, antes de estrear. Espero que as pessoas se permitam assistir ao programa. Nossa intenção é justamente o contrário do que andam dizendo. Vamos exaltar as mulheres e a cor da pele…. Vivemos essa dificuldade de chamar o outro de negro. Muitos não conseguem usar a palavra “negro” em um contexto positivo, pois ainda assim acham que é ofensa. Há um receio constante no ar. Se eu sou chamada de “moreninha”, aí sim eu fico triste.
Maria Bia
O programa não reforça uma imagem do negro pobre, que mora sempre na favela… ?
Não vejo assim. Outro dia, uma mãe me parou e disse que queria que a filha tivesse o meu cabelo. E eu pensei: “Caramba, essa é uma chance de mostrar que o cabelo crespo é lindo, que não precisa alisar. De mostrar que uma negra pode ser protagonista de um seriado”. Se uma criança negra nos vir na tela e o olho dela brilhar, terei cumprido minha missão.
A abordagem foi criticada por alguns espectadores (mesmo antes da exibição), que se dizem ofendidos. Eles acreditam que a atração possa reforçar o estereótipo do negro pobre ou ainda da mulher negra como objeto sexual. Até o fechamento desta edição, eram 11 denúncias de racismo protocoladas junto à Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, da Presidência da República.
O ator e dramaturgo Miguel Falabella, responsável pela concepção e roteiro de 'Sexo e as negas', não gostou das alegações e desabafou em uma página pessoal na internet. “Elas podiam ser médicas e morar em Ipanema, mas não é esse meu universo na essência, como autor”, afirmou. “Sou suburbano, cresci com a malandragem. Portanto, as minhas personagens são camareiras, cozinheiras, indicadoras de mesas, operárias. E desde quando isso diminui alguém?”, indaga.
Corina Sabbas
Foi uma surpresa essa reação antecipada do público, que define o seriado como racista, principalmente por conta do título?
Não estávamos esperando. Principalmente, antes de estrear. Espero que as pessoas se permitam assistir ao programa. Nossa intenção é justamente o contrário do que andam dizendo. Vamos exaltar as mulheres e a cor da pele…. Vivemos essa dificuldade de chamar o outro de negro. Muitos não conseguem usar a palavra “negro” em um contexto positivo, pois ainda assim acham que é ofensa. Há um receio constante no ar. Se eu sou chamada de “moreninha”, aí sim eu fico triste.
Maria Bia
O programa não reforça uma imagem do negro pobre, que mora sempre na favela… ?
Não vejo assim. Outro dia, uma mãe me parou e disse que queria que a filha tivesse o meu cabelo. E eu pensei: “Caramba, essa é uma chance de mostrar que o cabelo crespo é lindo, que não precisa alisar. De mostrar que uma negra pode ser protagonista de um seriado”. Se uma criança negra nos vir na tela e o olho dela brilhar, terei cumprido minha missão.
2) TERCEIRA NOTA:
Publicação de estreia do jornalista Raphael Vidigal, 'Amor de morte entre duas vidas' é uma coleção de 75 poesias que completaram suas trajetórias da criação às mãos dos leitores graças ao financiamento coletivo. "A poesia só alcança seu real poder de transformação quando entra em contato com a sensibilidade, a alma e o coração do próximo", observa o autor belo-horizontino em texto de apresentação do projeto.
A iniciativa, concluída pela plataforma online Catarse ao fim de junho, rende frutos concretos com o lançamento da primeira tiragem nesta terça-feira, 16, em Belo Horizonte. Ao todo, 82 leitores colaboraram com a arrecadação promovida pelo escritor, que também é letrista de choro — já assinou parcerias com o músico mineiro Waldir Silva.
A iniciativa, concluída pela plataforma online Catarse ao fim de junho, rende frutos concretos com o lançamento da primeira tiragem nesta terça-feira, 16, em Belo Horizonte. Ao todo, 82 leitores colaboraram com a arrecadação promovida pelo escritor, que também é letrista de choro — já assinou parcerias com o músico mineiro Waldir Silva.
A obra traz as composições de Vidigal separadas pelos três temas que formam o título do livro. "São poesias de amor, de morte e entre duas vidas, explorando o lirismo, a tragédia e o senso de humor da vida e do ser humano", detalha o poeta. Raphael destaca a proximidade entre "Amor, Morte, Vida" como temas que apreendem "tudo o que diz respeito a essa existência na Terra".
Lançamento do livro 'Amor de morte entre duas vidas', de Raphael Vidigal.
Terça-feira, 16 de setembro, às 18h30 na Livraria Asa de Papel (Rua Piauí, 631, Santa Efigênia). Exemplares vendidos a R$ 30.